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title: "Interesses no LinkedIn: O Que É, Quem Vê e o Que Seguir"
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description: "A seção de interesses mostra empresas, escolas, grupos e pessoas que você segue. Veja quem enxerga essa lista, o que ela comunica ao recrutador e como escolher o que seguir na busca."
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# Interesses no LinkedIn: O Que É, Quem Vê e o Que Seguir

A seção de interesses mostra empresas, escolas, grupos e pessoas que você segue. Veja quem enxerga essa lista, o que ela comunica ao recrutador e como escolher o que seguir na busca.

28 de outubro de 2026 · 7 min de leitura

**A seção de interesses mostra as empresas, escolas, grupos e pessoas que você acompanha no LinkedIn, e isso comunica direção de carreira.** Quem abre o seu perfil vê essa lista como um sinal do que te interessa. Ela não é uma competência nem uma experiência, mas complementa as duas quando a lista é escolhida com cuidado.

## O que a seção mostra e quem vê

Dependendo da versão do app, a seção de interesses reúne empresas, escolas, grupos, newsletters e pessoas que você segue ou acompanha. Os nomes das abas e a ordem mudam, e o que aparece depende do que você já seguiu. Essa lista é pública para quem visita o seu perfil, a não ser que as configurações de visibilidade a escondam.

-   Empresas que você segue ou nas quais tem interesse declarado
-   Escolas e instituições de formação que você acompanha
-   Grupos profissionais em que você participa ou que segue
-   Pessoas e criadores de conteúdo que você acompanha

Os menus mudam entre o app e o computador, e a seção pode estar em lugares diferentes no perfil. Procure a aba de interesses no seu perfil e confira no computador antes de fazer ajustes. Não há regra fixa de quantidade, mas há uma regra de coerência: cada item deve combinar com o que você quer fazer.

## Por que a seção comunica mais do que parece

O recrutador que busca um analista de logística e encontra, no seu perfil, páginas de transporte e de cadeia de suprimentos entende a direção em segundos. Essa leitura não substitui a headline, mas reforça que o cargo não é um acaso. Quando a seção conta uma história diferente da headline, o recrutador fica em dúvida sobre qual é a sua área.

A seção também responde a uma pergunta que o recrutador faz sem dizer: essa pessoa acompanha o que acontece no setor? Você não precisa publicar nada para responder. Basta que a lista mostre o interesse real. Para o papel da atividade no perfil, leia [a seção Atividade do LinkedIn](/blog/atividade-no-linkedin), que aparece em outro lugar e tem outra função.

## Como escolher o que seguir durante a busca

Durante a busca de vaga, a lista precisa ter um critério. Escolha quatro grupos de itens e preencha cada um com poucos nomes. O quadro abaixo serve como modelo. Os exemplos são genéricos e não indicam empresas reais.

<table><thead><tr><th>Critério</th><th>O que seguir</th></tr></thead><tbody><tr><td>Empresas-alvo</td><td>As empresas que contratam o cargo que você busca, em lista de cinco a dez</td></tr><tr><td>Área e cargo</td><td>Grupos e pessoas que falam da sua profissão, sem exagero de número</td></tr><tr><td>Formação</td><td>A escola ou o curso, se você está começando e ele ainda aparece na vaga</td></tr><tr><td>Assuntos de estudo</td><td>Criadores de conteúdo que você realmente lê e pode citar numa conversa</td></tr></tbody></table>

A ordem importa menos do que a clareza. Se você quer mudar de área, siga primeiro o que fala da área nova, e revise o restante depois. Uma lista que acompanha o seu objetivo atual funciona melhor do que uma que resume tudo o que você já fez.

## Exemplo: a mesma pessoa, duas listas (ilustrativo)

Um analista de operações (ilustrativo) estava procurando vaga em logística. A primeira lista tinha marcas de varejo, uma escola de idiomas e três criadores de moda, sem relação com o cargo. A segunda manteve duas empresas de transporte que contratam a função, um grupo de cadeia de suprimentos e uma pessoa que escreve sobre planejamento. A mudança não aumentou o número de itens. Ela deixou claro o que a pessoa procurava.

> Antes: 40 itens sem relação entre si. Depois: 8 itens ligados a logística e planejamento, cada um com um motivo que a pessoa conseguia explicar numa conversa (ilustrativo).

A lista nova não foi a única mudança. A headline passou a dizer analista de planejamento de operações, e a experiência passou a mostrar os resultados da área. Os três ajustes juntos deram ao recrutador uma história coerente.

## Erros que enfraquecem a seção

Os erros abaixo acontecem quando a seção é tratada como enfeite. Ela tem pouco peso sozinha, mas pode atrapalhar um perfil que já está bem. Corrigir esses pontos leva poucos minutos.

1.  Seguir cem empresas sem relação com o cargo que você quer, o que parece busca aleatória
2.  Deixar a seção vazia num perfil que pede atenção do recrutador, sem nenhum sinal de direção
3.  Seguir só celebridades ou marcas de consumo, que não dizem nada sobre o seu trabalho
4.  Não revisar a lista depois de mudar de área, e manter interesses antigos na frente
5.  Achar que a seção substitui a competência, a experiência e o Sobre

Para entender o efeito de seguir e de conectar, a diferença está em [seguir ou conectar no LinkedIn](/blog/seguir-ou-conectar-linkedin). Seguir é um sinal de interesse, e conectar é um pedido de relação. Os dois não substituem a mensagem curta.

## Grupos, escolas e pessoas: como usar cada item

Grupos ajudam quando a sua área tem uma comunidade ativa, e a participação pode ser só leitura. Veja o que vale a pena antes de entrar em [grupos do LinkedIn](/blog/grupos-do-linkedin). Escolas aparecem melhor para quem está começando, porque sinalizam a formação. Pessoas da área são o item mais útil, desde que você as acompanhe com um motivo.

Para transformar o interesse em conversa, a regra é a mesma do networking: primeiro um sinal, depois uma mensagem específica, sem pedir nada no primeiro contato. Veja o caminho em [networking no LinkedIn sem parecer interesseiro](/blog/networking-no-linkedin).

## Checklist para revisar a seção

1.  Você segue as empresas que contratam o cargo que busca, e não apenas as que admira
2.  A lista reflete a área atual, e não uma fase antiga da carreira
3.  Há pelo menos uma escola, grupo ou criador ligado ao seu trabalho, quando isso faz sentido
4.  As configurações de visibilidade foram conferidas, para não expor o que você prefere manter
5.  Você conseguiria justificar cada item numa conversa com o recrutador

Revise a lista a cada troca de área ou de objetivo. Ela envelhece mais rápido do que a headline, e um interesse antigo na frente é o sinal de que o perfil não foi atualizado.

## Pra fechar: o perfil inteiro, da headline à seção de interesses

A seção de interesses funciona melhor quando o resto do perfil já diz o mesmo. Se a headline, o Sobre e as experiências ainda não mostram o cargo que você quer, o [pacote do AjustaLinkedIn](/checkout) escreve esses campos e as 50 competências por R$ 9,90, em pagamento único e sem assinatura. A [análise grátis](/analise) mostra a nota atual do perfil em cinco categorias, sem cadastro, e aponta onde a busca do recrutador está perdendo você.

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## Perguntas frequentes

### A seção de interesses aparece para o recrutador?

Aparece para quem visita o seu perfil, a não ser que as configurações de visibilidade a escondam. O recrutador que chega pela busca ou pela sua atividade pode ver a seção ao abrir o perfil. Por isso ela entra na revisão do perfil, junto com a headline e o Sobre.

### Preciso seguir muitas empresas para a seção ficar boa?

Não. Siga as empresas em que você tem interesse real e que contratam na sua área. Uma lista longa e sem critério não comunica nada e parece ruído. Dez a quinze páginas bem escolhidas dizem mais do que uma lista de cem que você nunca acompanha.

### Seguir uma empresa conta como candidatura?

Não. Seguir é um sinal de interesse e de acompanhamento. A candidatura acontece na vaga, pelo site da empresa ou pelo LinkedIn, e a mensagem para o recrutador é outra etapa. Use a seção para mostrar o que você acompanha, e a vaga para se candidatar.

### Vale a pena seguir o recrutador da empresa?

Vale, quando o recrutador publica sobre a área ou sobre a empresa e você quer acompanhar o que ele escreve. Seguir não substitui a mensagem. Se você quer conversar, mande um pedido curto e específico, e não deixe a conversa depender só de ter seguido a pessoa.

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