Dá pra montar o currículo importando o LinkedIn. O AjustaCV lê o perfil e organiza cargos, datas e formação num modelo compatível com ATS. Você ainda confere cada campo e escreve o cargo alvo, porque a importação copia o perfil e não sabe qual vaga você quer.
O que a importação resolve e o que não resolve
Importar o LinkedIn resolve a parte mais chata: passar cargo por cargo, com datas, empresa e formação, para um arquivo novo. Ele não resolve a escolha. O perfil foi escrito para vários leitores, e o currículo é lido por uma vaga. Por isso o trabalho depois da importação é de corte e de foco, e a digitação já foi feita.
Dois pontos ficam fora da mão da ferramenta: o cargo que a vaga pede, que só você escolhe, e o número de cada resultado, que só você sabe. Um currículo com cargo genérico e bullets sem número continua fraco, mesmo com o layout certo.
Antes de importar: atualize o perfil
A importação lê o perfil como ele está hoje. Se a headline diz um cargo antigo, se uma experiência não tem data ou se a formação ainda está incompleta, o currículo sai com o mesmo problema. O post sobre LinkedIn ou currículo separa o que cada documento faz. O perfil vem primeiro, porque é a fonte dos fatos.
Passo a passo no AjustaCV
- Atualize o perfil e, se quiser uma cópia de conferência, exporte o PDF. O caminho está no tutorial de exportação do PDF do LinkedIn.
- Abra a página de montar currículo. Vá em ajustacv.com/montar-curriculo e escolha a opção de importar o LinkedIn.
- Confira o que entrou, seção por seção. Cargos, datas, empresas e formação são a parte que mais costuma pedir correção. Um campo errado aqui vai pro PDF final.
- Escolha um modelo compatível com ATS. O modelo define a ordem das seções. Ela não precisa ser a ordem do perfil, e geralmente não deve ser.
- Escreva a linha de cargo no topo e o resumo. Use o nome do cargo que a vaga usa e as palavras da descrição, em três ou quatro linhas.
- Revise os bullets. Corte o que não serve pra vaga e troque o texto de tarefa por resultado, com número seu.
- Gere o PDF quando tudo estiver conferido. O PDF sai por R$ 4,90.
Os nomes dos botões e a ordem das telas podem mudar. Confira na própria página. O que não muda é a lógica: importar, conferir, escolher o modelo, ajustar e só então gerar o arquivo.
Revise campo por campo
Use a tabela como checklist. Em cada linha, a pergunta é a mesma: isso ajuda a vaga que eu quero ou só lembra o que eu fiz?
| Campo | O que costuma vir do perfil | O que fazer no currículo |
|---|---|---|
| Título | A headline do LinkedIn, muitas vezes uma frase longa de marketing | Troque por uma linha só: cargo alvo, sem enfeite |
| Resumo | O Sobre, em primeira pessoa e em parágrafos | Reduza a três ou quatro linhas, com o vocabulário da vaga e sem convite no fim |
| Experiências | Todos os cargos, na ordem do perfil, com descrições longas | Ordene pelo que a vaga pede, deixe cargo antigo em uma linha e transforme o resto em bullets curtos com número |
| Formação e cursos | Tudo que foi cadastrado, inclusive curso de dez anos atrás | Mantenha o que serve pra vaga e tire o resto |
| Competências | A lista do perfil, em ordem de cadastro, que pode chegar a 100 itens | Deixe no topo as que a vaga pede e tire as que não têm nada a ver com ela |
| Idiomas e certificados | A lista inteira do perfil | Mantenha o que a vaga pede ou o que comprova o nível que você diz ter |
A linha de cargo: da headline pro título do currículo
A headline do LinkedIn tenta caber marketing, cargo e personalidade numa frase só. No currículo, a linha de cargo tem uma função: dizer ao leitor, em um segundo, qual é o seu cargo. Os exemplos abaixo são ilustrativos:
| Headline importada | Linha de cargo no currículo |
|---|---|
| Apaixonada por dados | Transformo números em decisão | Analista de Dados Pleno | SQL, Power BI e ETL |
| Vendedor | Foco em resultado | Bora crescer | Vendedor Externo B2B | Carteira de 60 contas industriais |
| Enfermeira | Cuidado humanizado | Enfermeira Assistencial | UTI adulta e urgência |
| Estudante de ADS | Em busca de estágio | Estagiário em Desenvolvimento Web | React e Node | Projetos de TCC |
Antes e depois de um bullet importado
Um bullet que vem do perfil costuma descrever tarefa. A troca é sempre a mesma: verbo no passado, o que você fez e um resultado com número. Os números abaixo são ilustrativos, use os seus:
Antes: Responsável pelo atendimento de clientes e pela gestão da equipe de suporte, participando de projetos de melhoria.
Depois: Liderei equipe de 6 atendentes no suporte N1 e reduzi o tempo médio de resposta de 12 para 5 minutos em 4 meses (número ilustrativo, use o seu).
Antes: Cadastrava produtos no sistema da loja e cuidava do estoque.
Depois: Mantive estoque de 1.800 itens com inventário mensal e divergência abaixo de 2% em 2025 (número ilustrativo, use o seu).
Se você não lembra o número, não invente. Escreva o bullet sem número, marque o ponto pra checar e procure o dado em relatório, meta ou e-mail de fechamento. Número inventado vira problema na entrevista.
Quando importar não basta
- Você está mudando de área. A importação traz o histórico, não a ponte. O cargo novo precisa aparecer no topo e nos bullets, e o guia de transição de carreira mostra como montar essa ponte.
- Seu histórico é todo de função operacional. Nessas vagas o currículo pesa mais que o perfil do LinkedIn. O AjustaCV tem modelos e exemplos por profissão em ajustacv.com/exemplos, e vale olhar um antes de montar o seu.
- O perfil tem muita coisa que não é da vaga. Voluntariado antigo, curso de idioma de anos atrás e cargos muito curtos ocupam espaço. Nesse caso, o corte passa a ser o trabalho principal.
Teste antes de enviar
Gere o PDF, abra e leia como se fosse o recrutador: em cerca de trinta segundos, você acha o cargo e o último emprego? Depois, rode a análise ATS grátis do AjustaCV. Se a vaga usa termos que não aparecem no arquivo, o próximo passo é o post sobre onde cada palavra da vaga entra.
O perfil fica pronto na mesma semana
Currículo e perfil devem dizer a mesma coisa com outra extensão: cargo, área e uma prova. O pacote do AjustaLinkedIn escreve três headlines, o Sobre, as experiências em bullets e 50 competências por R$ 9,90, pagamento único, sem assinatura. Você copia e cola no LinkedIn, porque o LinkedIn não permite que outro serviço edite o seu perfil. Pra saber por onde começar, a análise grátis mostra a nota atual do perfil em cinco categorias, sem cadastro. O currículo montado a partir desse perfil fica no AjustaCV, em montar currículo, e a análise ATS grátis confere o arquivo antes do envio.
Perguntas frequentes
Dá pra montar o currículo só importando o LinkedIn?
Dá pra começar por ele, mas não pra terminar sem revisão. A importação traz cargos, datas e textos do perfil. Você ainda escolhe o modelo, corta o que não serve pra vaga e escreve o cargo alvo no topo. O currículo final é seu, e a conferência também.
O currículo importado do LinkedIn passa no ATS?
Nenhuma ferramenta garante isso. O que você controla é a estrutura: modelo compatível com ATS, seções em ordem padrão, cargo alvo no topo e as palavras da vaga nos bullets. Depois de pronto, a análise ATS grátis do AjustaCV mostra como o arquivo se sai.
Quanto custa montar o currículo com IA no AjustaCV?
O PDF do currículo montado com IA sai por R$ 4,90, na página de montar currículo do AjustaCV. O ajuste pra uma vaga específica é outro serviço, por R$ 7,80, com score ATS antes e depois. Confira os valores na própria página antes de pagar.
Preciso atualizar o LinkedIn antes de importar?
Sim. A importação lê o perfil como ele está naquele momento. Se o cargo atual, as datas ou a formação estiverem defasados, o currículo sai com o mesmo erro. Atualize o perfil, confira cada cargo e só então importe.
Quer seu perfil LinkedIn escrito pro cargo que você quer?
O AjustaLinkedIn devolve headline, Sobre, experiências e competências prontos pra colar, com sua nota antes e depois.
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