São duas notas para dois leitores. A nota do perfil LinkedIn mede o que o recrutador busca e lê; a nota ATS mede o que o robô de triagem lê no currículo. A análise grátis do AjustaLinkedIn e a análise ATS grátis do AjustaCV usam o mesmo material e mostram onde a história diverge.
O que cada nota mede
Uma nota alta no perfil não garante uma nota alta no currículo, porque os critérios são outros. A tabela separa os dois:
| Pergunta | Nota do perfil | Nota ATS |
|---|---|---|
| Quem lê | O recrutador, na busca do LinkedIn e na página do perfil | O robô de triagem, que converte o arquivo em texto e compara com a vaga |
| O que mede | Headline, Sobre, experiências, competências e completude | Palavras-chave da vaga, estrutura, conteúdo, completude e formatação |
| O que entra | PDF do LinkedIn, currículo, link do perfil ou texto colado | O currículo, em arquivo |
| Onde fica | Análise grátis do AjustaLinkedIn, em /analise | Análise ATS grátis do AjustaCV, em ajustacv.com/ats |
O perfil do LinkedIn é avaliado por regras fixas, sem IA na nota, e você não precisa de cadastro. O arquivo que você envia não fica guardado. Já o currículo passa pela análise ATS grátis do AjustaCV, que compara o documento com a vaga.
Por que uma nota não basta
Um número total esconde a categoria que está puxando tudo pra baixo. Um perfil com 80 pontos pode ter as competências vazias; um currículo com boa estrutura pode não ter nenhuma palavra da vaga. Por isso, o que importa é a categoria fraca, não a média. Olhe as categorias, não só o total. Antes de mexer em qualquer frase, anote a categoria mais baixa de cada lado; é ela que vira a primeira tarefa da semana.
Como rodar as duas com o mesmo material
- Separe o texto de cada documento: o perfil em PDF ou texto, e o currículo que vai para a vaga.
- Rode a análise do perfil em /analise com o PDF do LinkedIn, que mostra as informações mais completas.
- Rode a análise ATS do currículo em ajustacv.com/ats, usando a descrição da vaga que você mira.
- Anote as categorias fracas das duas notas lado a lado, sem olhar só o número total.
- Corrija primeiro o que aparece nas duas. Um cargo que falta no título e na headline é o caso mais comum.
A ordem importa. Começar pelo que aparece nas duas notas evita correções em dobro e faz o texto convergir mais rápido. Depois de cada ajuste, rode de novo só a análise que você mexeu.
Quando as notas divergem: o que costuma acontecer
- A headline tem o cargo, o título do currículo não tem. Use o mesmo cargo nos dois. Se o cargo alvo é outro, ajuste os dois, não só um.
- A nota ATS cai em palavras-chave, mas o perfil está forte. O perfil fala a língua da busca, e o currículo não repete as palavras da vaga. Traga os termos da descrição para os bullets que forem verdadeiros.
- O perfil pontua em competências, o currículo não lista nenhuma. Coloque no currículo as competências que a vaga pede e que você sustenta na entrevista.
- As datas batem no currículo e no perfil, mas o texto da experiência diverge. Mantenha os fatos iguais e deixe a profundidade diferente: o perfil conta a história, o currículo lista o que a vaga pede.
O que fazer com a nota do perfil
A nota do perfil aponta categorias, e cada categoria tem um trabalho. Headline fraca se resolve com cargo alvo e prova em 220 caracteres. Sobre fraco começa pela primeira linha, que é o que aparece antes do “ver mais”. Experiências se resolvem com bullets de verbo no passado, o que foi feito e um resultado. O guia de palavras-chave no perfil do LinkedIn explica como trazer os termos da busca pro lugar certo sem encher o texto. Se a categoria fraca é o cargo ou a headline, o guia de como o ATS lê o LinkedIn mostra o que o robô enxerga no perfil.
O que fazer com a nota ATS
A nota ATS aponta o que o robô não encontrou na vaga. Se faltam palavras-chave, o ajuste é nos bullets que já são verdadeiros, não em uma lista de termos colada no fim. Se falta estrutura, o problema costuma ser o layout: colunas, caixas de texto e cabeçalhos que o robô lê fora de ordem. O guia de palavras-chave para currículo mostra o critério de escolha, e o do AjustaCV sobre como a Gupy avalia o currículo mostra o filtro em detalhe.
Quando refazer as duas análises
- Ao trocar de emprego ou de cargo. Datas, cargo e empresa mudam, e as duas notas mudam com eles.
- Ao mirar outra vaga parecida. A nota ATS depende da vaga; o mesmo currículo pode cair em uma e subir em outra.
- Depois de uma mudança grande no texto. Um Sobre reescrito ou competências novas pedem uma nova leitura.
Fora desses casos, a análise repetida sem mudança não traz nada novo. Use o tempo pra escrever.
Uma rotina de dez minutos por semana
Uma rotina curta mantém as duas notas alinhadas sem virar trabalho. Uma vez por semana, abra o perfil e o currículo lado a lado e confira três coisas: o cargo nos dois, a última experiência nos dois, e se há alguma competência nova no perfil que o currículo ainda não tem. Se alguma das três mudou, rode a análise correspondente. Se não mudou nada, não rode. Guarde a data e a categoria fraca de cada rodada numa planilha simples, pra ver a evolução sem depender da memória.
Duas notas, um plano de ajuste
O pacote do AjustaLinkedIn reescreve a headline em três versões, o Sobre, as experiências e 50 competências, por R$ 9,90, com nota antes e depois do texto do perfil. A análise grátis mostra a nota atual do perfil em cinco categorias, e a análise ATS grátis do AjustaCV, em ajustacv.com/ats, mostra o que o robô lê do currículo da vaga que você mira.
Perguntas frequentes
A nota ATS do currículo e a nota do LinkedIn são a mesma coisa?
Não. A nota do LinkedIn mede o perfil pelo que o recrutador busca e lê na página. A nota ATS mede o currículo pelo que o robô de triagem lê no documento. As duas usam o mesmo material, mas olham para leitores diferentes, então uma pode estar alta enquanto a outra ainda precisa de ajuste.
Preciso fazer as duas análises?
Se você se candidata a vagas e também quer ser encontrado, sim. A análise do perfil mostra se a busca acha você; a do currículo mostra se o arquivo passa pelo filtro. Se você só se candidata, comece pelo currículo. Se só é procurado, comece pelo perfil.
Com que frequência devo rodar as análises de novo?
Sempre que mudar uma parte importante: cargo, empresa, competências ou a vaga que você mira. Rodar a mesma análise toda semana sem mudança não traz informação nova, e o resultado só muda quando o texto muda.
Vale a pena pagar pra ajustar, se a análise é grátis?
A análise é grátis e mostra onde o texto falha. O ajuste é o trabalho de reescrever o que falta, com as palavras da vaga e os fatos da sua carreira. Se você tem tempo e sabe escrever, pode fazer sozinho; se não, o ajuste pago existe pra quem quer pular essa etapa.
Quer seu perfil LinkedIn escrito pro cargo que você quer?
O AjustaLinkedIn devolve headline, Sobre, experiências e competências prontos pra colar, com sua nota antes e depois.
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